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Plantas suculentas são belas em suas variedades de tamanhos, formatos, texturas e cores. O pouco que entendo sobre elas, são de informações que pesquisei. Assim como os nomes e classificações. Já perdi algumas e continuo uma aprendiz, pois parte da experiência, são com as próprias plantas. Tanto as Suculentas como as Folhagens ornamentais tem suas preferências. Cada uma delas ensina: local preferido, ventilação, quantidade de regas, luminosidade adequada, horas expostas ao Sol, temperatura ambiente, solo adequado, boa drenagem e, assim todo cuidado específico com cada uma delas deixa o seu jardim, sua casa um ambiente agradável, uma energia que propõe bela harmonia com a natureza.
ღO AMBIENTE COM VERDE DÁ MAIS VIDA E ENCANTA...POIS VERDE É TUDO DE BOM!

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22 de dez de 2012

Plantas de espécies variegatas (epíteto específico variegata)



No momento tenho me interessado em saber mais sobre nomenclatura das plantas, e de certa maneira, este post tem seguimento, as postagens anteriores. Pela curiosidade em detalhes que me interessam, fui a busca esclarecendo algumas dúvidas. Na minha coleção de plantas, algumas espécies, tanto as suculentas como as folhagens ornamentais, possuem folhas em tons variados. Aprecio o matizado peculiar de cada uma delas. 
Estas plantas recebem na nomenclatura o termo variegata. 
Pelas pesquisas vejo citado de várias formas como: 
variegata ;  'Variegata' ;  f. variegata ;  var. variegata 
Para entender como era o modo correto, lendo sobre nomenclatura das plantas, 
entendi que todas estão corretas, depende de cada caso.

O epíteto específico variegata é latim e significa irregularmente manchado, referindo-se às bandas atraentes manchado na superfície das folhas.

Variegação
Variegação é o aparecimento de zonas de cores diferentes nas folhas, e às vezes nos caules de plantas. Estas plantas dizem-se variegadas. Isto pode ser devido a um número de causas. Em alguns a variegação é atraente e ornamental e jardineiros tendem a preservar estes. O termo também é usado às vezes para se referir ao zoneamento de cor em flores. 
Nomenclatura
Por convenção, o termo em itálico variegata como o segundo elemento do nome binomial em Latim, indica uma espécie encontrado na natureza com variegação (Aloe variegata). O mais comum, não em itálico, inclusão de 'Variegata' como o terceiro elemento de um nome indica uma variegada cultivar de um pai não variegata (Aucuba japonica 'Variegata'). No entanto, nem todas as plantas variadas têm essa marca Latina, por exemplo, muitas cultivares de Pelargonium ter alguma variegação zonal em suas folhas. Outros tipos de variegação pode ser indicada, por exemplo, Daphne odora 'Aureomarginata' tem amarelo nas bordas das suas folhas.
Fonte: http://en.wikipedia.org/wiki/Variegation

Creio que f. variegata é usado neste caso: 
FORMAS - Outro conceito parecido com o de Variedade e o de Subespécie. Ocorrem também de um  modo espontâneo na natureza. São plantas que se distinguem em pormenores como a cor de uma folha ou a cor de uma flor. 
Exemplo: Fagus sylvatica f. purpurea
E a designação var. variegata creio ser usado neste caso:
VARIEDADES - São plantas diferentes das da espécie em que surgiram em resultado do aparecimento natural e espontâneo de características novas. Por exemplo, o Cupressus sempervirens, conhecido como o cipreste dos cemitérios, tem uma forma que lhe é dada pelo fato dos seus ramos serem quase verticais. Contudo, surgiram alguns ciprestes com ramos mais horizontais, característica que transmitiram à sua descendência, dando origem a uma variedade dentro da espécie. 
Exemplo: Cupressus sempervirens var. horizontalis
Fonte: http://www.mauroparolin.pro.br/nobotanica.pdf

20 de dez de 2012

Nomenclatura das plantas e classificação (nome botânico ou nome científico é um nome universal)

Tenho postado as minhas plantas, procurando na medida do possível colocar a nomenclatura correta conforme vou pesquisando. De tempos em tempos estava conferindo os nomes, em vários sites, mas às vezes há uma incerteza por perceber que tem uma certa mescla nos nomes de algumas plantas e que essa confusão também é de muitos. 
Mas é compreensível pelo fato que existem os sinônimos, variedades, cultivares, e híbridos de muitas espécies de plantas pelo mundo. Também tem algumas que pertenciam a um gênero e são transferidas para outro. 
Fui buscar informações em muitos sites.
No post anterior coloquei o tema sobre Nomeação das plantas, para se entender como é feita a identificação da planta seguindo uma regra. Eu mesma não entendia como é a regra da classificação e de certas abreviações na nomenclatura. 
Enfim, me ajudou a verificar o nome de algumas das minhas plantas, mas havia certos detalhes que gostaria de saber. 
Encontrei uma informação que explica esse tema de um modo simples, esclarecendo informações de que precisava, para um entendimento melhor, facilitando na busca pela nomenclatura correta das plantas. Acrescento nesta postagem.  
Apesar de conseguir identificar minhas plantas não posso dizer se todas estão o nome correto, pois sou uma apreciadora que se baseia na informações de vários sites. 
Como tenho curiosidade de saber sobre cada espécie e como cuidar de cada uma delas, também estou em constante busca de descobrir a classificação de todas. 

NOMENCLATURA BOTÂNICA*
O criador da nomenclatura botânica e da classificação das plantas foi Carl von Linné (Lineu, em português), botânico, zoólogo e médico sueco. Nasceu em 1707 e morreu em 1778.
O QUE É O NOME BOTÂNICO?
O nome botânico ou nome científico de uma planta é um nome universal, igual em qualquer parte do mundo, ao contrário dos diferentes nomes populares pelas quais é conhecida uma planta em diferentes locais do Mundo e até dentro do mesmo país.
COMO SE CONSTRÓI O NOME BOTÂNICO?
A classificação das plantas está organizada em categorias: 
Reino / Divisão / Classe / Ordem / Família / Gênero / Espécie. 
Isto é, o reino das plantas é composto de várias divisões, cada divisão possui várias classes, cada classe possui várias ordens, e assim sucessivamente até à espécie. E ainda se pode ir mais longe e encontrar subespécies, variedades e formas dentro da mesma espécie.
O nome botânico de uma planta é constituído por 2 palavras, a primeira das quais refere o gênero a que a planta pertence e a segunda especifica a planta dentro do gênero onde está integrada. Note-se que uma planta se identifica sobretudo pela espécie a que pertence porque possui características comuns a plantas idênticas que as distinguem facilmente das outras (para o ser humano)
Por exemplo, o nome da planta que entre nós é conhecida como Costela de Adão é Monstera deliciosa. Neste caso, o nome botânico da planta que conhecemos como Costela de Adão nos-diz que esta espécie pertence ao gênero "Monstera". Este nome é universal e identifica a mesma planta em qualquer lugar do mundo. Deve-se dizer que o nome botânico de uma planta se escreve em Latim e que na linguagem técnica e científica não é alvo de tradução para línguas locais. Deste modo, escreve-se do mesmo modo em todos os países. Finalmente, a redação correta do nome botânico implica que seja escrito em itálico, que a primeira palavra comece por maiúscula e a segunda por letra minúscula. Seguem-se alguns conceitos adicionais que implicam diferentes formas de construção do nome botânico

HÍBRIDOS São o resultado do cruzamento de duas espécies diferentes. Por exemplo, cruzando a espécie Spiraea albiflora com a espécie Spiraea japonica obtemos o híbrido Spiraea x bumalda. Assim, quando entre as duas palavras encontramos um "x" sabemos que estamos perante um híbrido
Exemplo: Spiraea x bumalda 
Se o "xaparecer antes das duas palavras estaremos perante um híbrido que resulta do cruzamento de duas espécies de dois gêneros diferentes. São casos raros porque em 99% dos casos os híbridos resultam do cruzamento de duas espécies do mesmo gênero. Estes cruzamentos podem ocorrer espontaneamente na natureza ou serem produzidos pelo homem. 
Exemplo: x Cupressocyparis leylandii
CULTIVARES São o resultado de um trabalho de seleção de uma característica de uma planta que é sujeita a técnicas de cultivo até que se obtenha uma planta nova com a característica pretendida, diferente da original. Por exemplo, o Nerium oleander aparece na natureza com flores de cor rosa mas existem cultivares de Nerium oleander de flor branca (Nerium oleander 'Mont Blanc'), de flor vermelha (Nerium oleander 'Atropurpureum'), de flor amarela (Nerium oleander 'Aurantiacum') e de outras cores, obtidos após a aplicação destas técnicas de seleção. Note-se que neste caso o último nome não se escreve em itálico, pode não ser latino e aparece entre aspas. 
Exemplo: Nerium oleander 'Mont Blanc' 
Na linguagem vulgar é frequente chamar variedade ao cultivar mas é incorrecto porque o cultivar é fruto do esforço humano e a variedade é um fenômeno espontâneo da natureza
VARIEDADES São plantas diferentes das da espécie em que surgiram em resultado do aparecimento natural e espontâneo de características novas. Por exemplo, o Cupressus sempervirens, conhecido como o cipreste dos cemitérios, tem uma forma que lhe é dada pelo fato dos seus ramos serem quase verticais. Contudo, surgiram alguns ciprestes com ramos mais horizontais, característica que transmitiram à sua descendência, dando origem a uma variedade dentro da espécie. 
Exemplo: Cupressus sempervirens var. horizontalis.
SUBESPÉCIES Conceito semelhante ao de Variedade. Ocorrem também de forma espontânea na natureza. São plantas que se distinguem dentro da espécie por força das condições geográficas do território onde se desenvolveram as quais selecionaram características da planta mais adequadas a esse terreno
Exemplo: Quercus ilex subsp. rotundifolia
FORMAS Outro conceito parecido com o de Variedade e o de Subespécie. Ocorrem também de um  modo espontâneo na natureza. São plantas que se distinguem em pormenores como a cor de uma folha ou a cor de uma flor. 
Exemplo: Fagus sylvatica f. purpurea
Independentes de sua origem, os nomes dos táxons são tratados como nomes latinos
✦ Gênero e espécie não tem terminações fixas
✦ O nome de uma planta é uma combinação de dois nomes (binária), sendo o primeiro o nome do gênero e o segundo o epíteto específico.
✦ Todo nome deve ser acompanhado pelo nome do autor da espécie, e deve aparecer destacado do texto (itálico).
✦ Ex.: Caesalpinia echinata L. (Pau-brasil) 

Nomenclatura Botânica
Caesalpinia echinata L.
= quem descreveu (nome) a planta frequentemente abreviado, e.g. Linnaeus = L. or Linn.
a. nome do gênero - Caesalpinia
b. epíteto específico - echinata
c. autoria - L.
●quando uma espécie muda de gênero, o nome do autor do basiônimo (primeiro nome dado a uma espécie) deve ser citado entre parênteses, seguido pelo nome do autor que fez a nova combinação.
●Ex.: Tabebuia alba (Cham.) Sadw.; basiônimo : Tecoma alba Cham

Normas para redação de nomes científicos
1. Todas as letras em latim devem vir em itálico (cursiva), sublinhadas ou negrito;
2. A primeira letra do gênero ou categoria superior há de vir em maiúscula;
3. O resto do nome vem em minúscula (exceto em alguns casos em que se conserva a primeira letra de epíteto específico)
4. Os nomes dos híbridos vem precedidos de x. 
Ex. x Rhaphanobrassica; Mentha x piperita
Pronuncia de nomes científicos
1. Os ditongos ae e oe se lêem como e  Ex. laevis; rhoeas
2. A combinação ch se lê k; Ex. Chenopodium
3. A combinação ph se lê f; Ex.Phaseolus vulgaris

14 de dez de 2012

Nomeação das plantas (nome botânico ou nome científico)

   Quando iniciei o lazer com plantas, na procura pela identificação, havia uma curiosidade em saber porque algumas plantas tem um nome composto de vários nomes e certas abreviações. De certa maneira complicado para gravar e mais ainda para se pronunciar. Digo dos nomes científicos, com toda uma classificação. Muitas plantas conhecemos pelo nome popular e, essa mesma planta é conhecida por vários nomes incluindo o cientifico e sinônimos, além de nomes populares dependendo de cada região e país. Por isso em pesquisas a vários sites da Web pelo mundo, encontramos uma mesma planta com várias designações. Depois de alguns anos ter iniciado lazer com plantas, ainda tenho algumas suculentas na minha coleção que não obtive a nomenclatura exata.(foto do post) E devido as minhas buscas pelo nome das plantas, achei que seria bom colocar este tema. 
Abaixo sites a respeito de nomenclatura. 
Nomenclatura
Nomenclatura é o sistema organizado de nomes dados aos organismos biológicos bem como dos princípios que presidem a essa categorização. O termo vem do latim nomen (nome) e calare (chamar), o que literalmente significa “chamar pelo nome”. Através da nomenclatura impõem-se uma série de regras que facilitam a atribuição de nomes aos organismos permitindo a comunicação entre os cientistas.
A atribuição de nomenclatura no sistema atual pressupõe alguns requisitos, sendo os mais importantes:
◊ unicidade: cada nome de um determinado organismo deve ser único permitindo identificar de imediato o taxon a que se refere.
◊ universalidade: os nomes utilizados têm de ser compreendidos e aceitas internacionalmente
◊ estabilidade: quaisquer alterações devem ser bem justificadas, analisadas e aprovadas pelas entidades competentes para evitar equívocos.
As regras da nomenclatura científica biológica são da responsabilidade do Congresso Internacional de Botânica e, no caso da Zoologia, existe uma comissão que assegura que independentemente do local onde se encontre o ser vivo terá um único nome que será válido.
Foi imposto pela comunidade internacional que nenhum nome anterior a 1 Janeiro de 1758 seria válido. Assim, muitos taxa vêm nomeados por Linnaeus 1758 em referência à publicação da 10a edição do Systema Naturae.
As principais regras da nomenclatura hoje aceitas são:
 na designação científica os nomes são sempre em latim ou latinizados;
os nomes científicos escrevem-se em itálico ou se for num texto manuscrito deverão ser sublinhados
a espécie deve ser reconhecida por uma nomenclatura binomial, em que a primeira palavra designa o gênero e a segunda o restritivo específico da espécie
 o nome do gênero é um substantivo, simples ou composto, escrito com inicial maiúscula
 o restritivo específico é um adjectivo escrito só com minúsculas
 após o nome da espécie, vem o nome do autor e a data em que pela primeira vez o organismo foi descrito
 a designação de subespécie é trinominal, acrescentando-se um terceiro termo em latim correspondente ao restritivo subespecífico
 todos os taxa superiores à espécie têm nomenclatura uninominal
◊ em Zoologia, o nome da família é construído a partir do nome do gênero mais representativo acrescentando o sufixo –idae
 em Botânica, o nome da família é construído a partir do nome do gênero mais representativo acrescentando o sufixo –aceae
Fonte: http://wikiciencias.casadasciencias.org/index.php/Nomenclatura   
Informação mais detalhada 
Orientações sobre Nomenclatura Biológica
Introdução Nomenclatura biológica é uma ferramenta que permite que as pessoas se comunicarem sobre plantas e animais sem confusão.
Os termos, taxonomia e nomenclatura são freqüentemente confundidos, mas têm significados bastante distintos. Taxonomia é a ciência da classificação, descrever e caracterizar os diferentes grupos (taxa) de organismos vivos. Nomenclatura, por outro lado, diz respeito a dar nomes aos entidades ou grupos diferentes.
Os nomes científicos 
Os nomes científicos são essencialmente "binômios 'consistindo no nome de um gênero seguido pela nome da espécie (o que é chamado de plantas específico "epíteto '). Este sistema de nomenclatura plantas e animais se manteve praticamente inalterado desde Linnaeus desenvolveu em meados da década 18 ª Século. A convenção é que os nomes científicos são escritos em itálico com uma inicial maiúsculas para o gênero e todas as letras minúsculas para o nome da espécie. A classificação não é itálico. Nomes de espécies são essencialmente de natureza adjetiva e, portanto, deve concordar com o gênero do nome genérico para o qual eles estão ligados. Isso se reflete nas terminações do nomes. Quando uma espécie é transferida de um gênero para o outro, a fim de as espécies nome também pode ter que ser alterada para concordar com o nome do novo gênero. 
Por exemplo:  Melaleuca nervosa / Callistemon nervosus  
Um nome de gênero podem ser utilizados no seu próprio. Nome da espécie, entretanto, não pode, e deve sempre seguir um nome de gênero ou a sua inicial. O nome do gênero deve ser escrito em tempo integral a primeira é utilizada e, em seguida, pode ser abreviada para uma letra inicial e ponto final quando é inequívoca a fazê-lo. 
Por exemplo: 
 Eucalyptus miniata 
 (Pode ser abreviado para E. miniata).
Um terceiro nível ou patente pode ser aplicada para delinear mais taxa em subespécies, variedades, etc 
Nas plantas, existem vários níveis abaixo de espécies que podem ser utilizados. Estas fileiras infraspecíficas são subespécie, variedade, subvariedade, forma e subforma. Os três últimos são raramente usados. Em Apesar de haver uma hierarquia, qualquer taxon pode ser caracterizada apenas usando o trinômio (Gênero, espécie e infraspecies), com indicação da classificação. Os nomes devem ser exclusivos em um espécie (isto é, não se pode ter uma subespécie e variedade das mesmas espécies com a mesma nome mas com diferentes circunscrições). Com as plantas a classificação deve ser sempre citados - geralmente como uma abreviatura - e não é em itálico. 
 Eucalyptus globulus subsp. bicostata 
 Eucalyptus globulus var. compacta 
Ocasionalmente, a hierarquia está incluído, mas isto não é necessário para definir a forma inequívoca táxon. 
 Leucochrysum albicans subsp. albicans var. tricolor (= Leucochrysum albicans var. tricolor). 
Os autores de um nome de espécie podem ser incluídos, mas mais frequentemente do que não, a sua inclusão pode levar a erro quanto eles raramente são minuciosamente verificados antes da inclusão. Eles só são realmente necessário que o mesmo nome pode ter inadvertidamente ter sido dado a duas diferentes taxa (Homônimos) dentro do mesmo gênero. A inclusão do nome do autor seguindo as espécies (Ou infraspecies) nome pode, então, distinguir os dois nomes. Com nomes de animais o autor nome é sempre seguido por um ano, com plantas, o nome do autor ou abreviação é dada sozinho.
Plantas:
 Melaleuca nervosa (Lindley) Cheel 
 sinônimo: Callistemon nervosus Lindley 
(Lindley originalmente descrita como uma Callistemon; Cheel mais tarde transferiu para o gênero Melaleuca). 
Com plantas - para a subespécie tipo ou variedade, etc, onde o nome é o mesmo infraespecíficos como o nome da espécie (autodenominação), o autor do nome da espécie é usada e segue o específico epíteto. 
 Leucochrysum albicans (A.Cunn.) Paul G.Wilson subsp. albicans
Para as plantas, abreviação de nomes de autores seguem um padrão internacional (Brummitt & Powell, 1992).
A.Cunn. = Allan Cunningham 
L. = Linnaeus 
Lf = Linnaeus filius (filho de) 
Às vezes, um espaço é dado entre iniciais e sobrenome, outros não. É uma questão de de preferência. Recomendamos que o espaço ser omitido em abreviaturas.
Sinônimos
Sinônimos são nomes que já foram aplicados a um taxon, mas agora são geralmente substituídas. Eles podem ser nomes originalmente atribuído a um gênero diferente e têm o mesmo epíteto específico ou o nome - estes são baseados no voucher ou mesmo espécime e são conhecido como sinônimos nomenclaturais. 
 Melaleuca nervosa 
 sinônimo: Callistemon nervosus 
Como alternativa, uma vez que eles podem ter sido descrito como um taxon separado, mas estudos posteriores têm determinado que eles sejam do mesmo grupo taxonômico - estes têm, geralmente, as amostras de tipo diferente e são conhecido como sinônimos taxonômicos.
  Dromaius ater
 sinônimo: Dromaius menores 

Abreviaturas e contrações 
Há uma série de abreviaturas e contrações importantes utilizados na nomenclatura: 
cf. - Conferência (compare com ...) 
cv. - Cultivar 
f. - Formulário / forma 
fam. - Família 
gen. novembro - Gênero novus - um gênero recentemente descrito 
INED. - Ineditus (não publicado) 
ms. - Manuscrito (nome manuscrito inédito - geralmente segue um nome de autor) 
pp - Pro Parte (em parte)
seita. - Seção / sectio 
s. lat. - Sensu lato (no sentido amplo) 
s. str. - Stricto sensu (em sentido estrito ou estrito) 
sp. - Espécies 
sp. aff. - Espécie com afinidade para ..., ou perto ... ('aff sp.'. Obs. não deve ser usado) 
sp. novembro - Espécies novus - uma espécie recém-descritas ('. Novembro. Sp' Obs. não deve ser usado) 
spp. - Espécies (plural)
ssp. - (Não preferido - ver subsp.
subg. - Subgênero 
subsp. - Subespécie
subspp. - Subespécie (plural) 
syn. - Sinônimo 
var. - Variedade 
Abreviações de palavras em itálico pode ser em itálico, porém eles são muitas vezes melhor não itálico, a fim de proporcionar um contraste com os nomes do gênero (em itálico) e espécies. 
Por exemplo, Eucalyptus smithii s. lat. 
Note-se que nos casos em que um nome genérico foi escrito por extenso em um papel e é inequívoca a fazê-lo, é aceitável para abreviar o gênero à sua letra inicial maiúscula. Este forma de abreviatura deve, contudo, ser usados ​​com moderação e apenas quando inequívoca e nunca em um banco de dados ou planilha. 
por exemplo, M. uncinata de Melaleuca uncinata.
Glossário: 
circunscrição: os personagens e outras informações usadas para descrever e definir um dado taxon e que separa desse taxon de todo outros taxa. 
classe: a classificação taxonômico principal, entre ordem e divisão. 
divisão: a classificação taxonômica importante dentro do reino vegetal. Nome alternativo para filo. A classificação taxonômica grande abaixo reino. 
epíteto: a porção (ou espécie), segundo um nome binomial consistindo de um nome genérico e epíteto espécies, ou a parte de uma infra-trinômio consistindo de um nome genérico, um espécies epíteto e um epíteto infraespecíficos, etc 
gênero: um grupo de espécies relacionadas geralmente claramente separáveis ​​de outros tais grupos, ou um único espécies sem parentes próximos; do Ranking taxonômico principal entre espécies e família. Plural: gêneros. 
família: um grupo de um para muitos gêneros relacionados, geralmente claramente separável da outra tal grupos: o Ranking taxonômico principal entre gênero e ordem. Com plantas, geralmente leva a final - aceae com animais, - idae. 
Reino: o posto mais alto na hierarquia taxonômica. 
nomenclatura: a ciência de dar um nome a uma entidade taxonômica. 
ordem: um agrupamento taxonômico das famílias acreditavam ser estreitamente associado (por vezes, um único família sem parentes próximos aparentes), a classificação taxonômica principal entre a família e classe. 
filo: a classificação taxonômica importante dentro do Reino Animal. Nome alternativo para divisão, a classificação taxonômica grande abaixo reino. 
classificação: a posição ou nível da hierarquia taxonômica.
espécies: um táxon compreendendo uma ou mais populações de indivíduos capazes de cruzar de produzir descendentes férteis. Plural: espécies. 
Espadilha: Perfil de espécies e banco de dados ameaças. Espécies Ambiente e Austrália comunidades de banco de dados. 
subespécies: o posto principal abaixo espécies de plantas, e o grau apenas formal abaixo espécies em animais. 
taxon: um grupo ou categoria, em qualquer nível, em um sistema de classificação para as plantas ou animais (por exemplo, um entidade a um nível de espécie, a nível de gênero, a nível familiar, etc tudo pode ser chamado de um taxon). Plural: táxons. 
taxonomia: A ciência da classificação, descrever e caracterizar diferentes taxa de plantas, animais e outros organismos. 
variedade: a classificação taxonômica abaixo do nível de subespécie utilizados para as plantas.
Fonte: http://www.environment.gov.au/erin/documentation/pubs/nomenclature.pdf

19 de out de 2012

MEU ATUAL ESPAÇO VERDE

Postando novamente essa foto. Por engano, exclui a postagem, com os comentários juntos. Lamento pelos comentários das amigas Rejane e Cris. Peço desculpas pelo lapso. Mas nada é por acaso, acredito que seja para algo melhor. De repente para reforçar alguma boa energia, pois é bom sempre pensar no lado positivo das coisas. No momento é toda minha coleção de plantas. Diminuiu em boa quantidade, mas está perfeito o espaço das minhas verdinhas. Futuramente posso até comprar mais suculentasAdoro cuidar das minhas plantas. Todas as manhãs observo cada uma delas, costumo girar os vasos, pois as plantas se direcionam para o lado da luz, assim para não penderem para um lado, procuro girar e os vasos maiores tem suporte com rodas, assim facilita. Ao ver a luz do Sol batendo e irradiando minhas plantas, sinto essa maravilhosa energia.
COLEÇÃO DA SOL

Informação retirado do site Jardim para casa
http://www.avelonline.com/o-que-e-uma-folha-suculenta.html
O que é uma folha suculenta?
Suculentas evoluíram para sobreviver desertos e outras climas ásperas, secas. A “suculentas” termo vem da palavra latina “succos”, que significa suco. A maioria dos cactos e muitas outras suculentas armazenam umidade em hastes grossas; outras espécies coletam umidade nas raízes bulbosa. A revitalizada incomum e às vezes colorida, deixa de folhas suculentas são compostas quase inteiramente de tecido que armazena água.
Descrição
Uma fina camada de tecido na superfície das folhas suculentas absorvem dióxido de carbono e água e converte-los para alimentar. Uma capa de cera-como na superfície de algumas folhas suculentas os impede de perder umidade através de planta pores chamados estomas; Este processo de perda de umidade é chamado transpiração. Folhas suculentas pequenas têm menos estomas para perder água. Ainda outras suculentas folhas são em forma de rosáceas e outras formas compactas para reduzir a exposição ao sol.
A camada cerosa
Inúmeras espécies de suculentas tem folhas com um revestimento de cera para evitar a perda de água através da transpiração. Folhas suculentas com um protetor revestimento às vezes mirram quando eles precisam de água. Muitas vezes, deixam cair no verão quando a planta vai dormente para se proteger do calor. Muitas das 130 espécies diferentes do gênero crassula de suculentas, incluindo a planta jade, são cultivadas pelo jardineiro da casa.
Tamanho pequeno
Algumas suculentas tem folhas pequenas e Curtametragem caules ou sem pedúnculos folhas pequenas têm poros menos a perda de água através da transpiração. Lithops, nativos de Namaqualand, África do Sul, são suculentas folha cujas folhas têm padrões intrincados que fazê-los se assemelham a pedras. Quando lithops são cultivadas em vasos cercados por pedras e seixos, suas folhas parecem pedras reais. Conophytum suculentas também têm folhas pequenas que se assemelham a pedras coloridas; Home jardineiros frequentemente nestle-los entre ágatas para mostrar suas cores e formas incomuns.
Formas especiais
Inúmeras espécies de suculentas têm compactas rosetas de folhas para reduzir a exposição ao sol e ajudá-los a conservar a umidade. Jardineiro da casa, por vezes, cultiva Aloe aristata que cresce uma rosácea de folhas colorida. Eles também crescem Haworthia, suculentas uma folha nativa da África do Sul, que apresenta rosetas de folhas com formas incomuns e cores marcantes.
Planta ornamental
Planta ornamental é toda planta cultivada por sua beleza. São muito usadas na arquitetura de interiores e no paisagismo de espaços externos. Há indícios de que, desde os primórdios da humanidade,espécies, como o lírio-branco (Lilium candidum), eram cultivadas para esse fim (o lírio-branco, especificamente, foi registrado em pinturas da Civilização Minoica, sendo este o registro mais antigo de cultivo desta espécie).
As espécies ornamentais foram selecionadas pelos humanos a partir de caracteres visualmente atraentes, como flores e inflorescências vistosas, coloridas e perfumadas, folhagem de cores e texturas distintas, formato do caule, ou por seu aspecto geral. Ao longo do tempo, os homens perceberam que poderiam aprimorar qualidades desejáveis em uma planta a partir de cruzamentos entre indivíduos particularmente bem dotados. Assim, começaram a surgir novas variedades, com novas cores, flores maiores e mais duráveis, mais resistência ao clima ou a predadores. As rosas, cultivadas há milênios no Oriente Médio, já não se apresentam mais em seu estado original, mas a imensa variedade de formas e híbridos obtidos ao longo de todos esses anos de cultivo são sintomáticos da capacidade humana de transformar a natureza para atender suas necessidades.
Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Planta_ornamental

"A verdade é que a vida é doce, bela e muito prazerosa; é uma escola de infinitas lições, que nos leva para o caminho das boas atitudes, das boas ações, das qualidades e virtudes que devemos cultivar a cada dia.
Mas tratemos de tornar positivos os nossos pensamentos, para que o campo afetivo de nossos sentimentos e sensações seja da cor verde da esperança e da cor rosa do amor.
O otimismo e o positivismo nos guiam para tudo o que é bom, e já que "semelhante atrai semelhante", vamos  melhorar nossas vibrações, atrair coisas e energias boas, para sorrir com alegria.
Pensar coisas boas para atrair coisas boas."
(Autor desconhecido)

21 de abr de 2010

ღPLANETA ÁGUA, 22 DE ABRIL,DIA DA MÃE TERRA

Neste dia lembrando da importância do nosso grande lar em que vivemos, nossa querida mãe TERRA.
O Dia da Terra foi criado pelo então senador estadunidense Gaylord Nelson, no dia 22 de AbrilTem por finalidade criar uma consciência comum aos problemas da contaminação, conservação da biodiversidade e outras preocupações ambientais para proteger a Terra"A Terra é nossa casa e a casa de todos os seres vivos. A Terra mesma está viva. Somos partes de um universo em evolução. Somos membros de uma comunidade de vida independente com  uma magnífica diversidade de formas de vida e culturas. Nos sentimos humildes ante a beleza da Terra e compartilhamos uma reverência pela vida e as fontes do nosso ser..." Surgiu como um movimento universitário, o Dia da Terra se converteu em um importante acontecimento educativo e informativo. Os grupos ecologistas o utilizam como ocasião para avaliar os problemas do meio ambiente do planeta: a contaminação do ar, água e solos, a destruição de ecossistemas, centenas de milhares de plantas e espécies animais dizimadas, e o esgotamento de recursos não renováveis. Utiliza-se este dia também para insistir em soluções que permitam eliminar os efeitos negativos das atividades humanas. Estas soluções incluem a reciclagem de materiais manufaturados, preservação de recursos naturais como o petróleo e a energia, a proibição de utilizar produtos químicos danosos, o fim da destruição de habitats fundamentais como as florestas tropicais e a proteção de espécies ameaçadas. Por esta razão é o Dia da Terra. Este dia não é reconhecido pela ONUOrigem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

PLANETA ÁGUA (GUILHERME ARANTES)
Água que nasce na fonte serena do mundo E que abre um profundo grotão Água que faz inocente riacho e deságua Na corrente do ribeirão Águas escuras dos rios Que levam a fertilidade ao sertão Águas que banham aldeias E matam a sede da população Águas que caem das pedras No véu das cascatas, ronco de trovão E depois dormem tranqüilas No leito dos lagos, no leito dos lagos Águas dos igarapés, onde Iara "mãe d`água" É misteriosa canção Água que o sol evapora, pro céu vai embora Virar nuvens de algodão Gotas de água da chuva Alegre arco-íris sobre a plantação Gotas de água da chuva Tão tristes são lágrimas na inundação Águas que movem moinhos São as mesmas águas que encharcam o chão E sempre voltam humildes Pro fundo da terra, pro fundo da terra Terra, planeta água Terra, planeta água Terra, planeta água...
Coloquei esta linda composição do cantor para nós (filhos), comemorarmos o dia da nossa mãe Terra. Abraços, Sol

21 de jan de 2010

IKEBANA(Ideograma,história,descrição,fotos e links)

Olá queridos amigos, enquanto fazia o post anterior, surgiu uma outra idéia, um tema sobre a arte do IKEBANA, também interessante, pelo motivo que desconhecia a sua hístória e origem e durante as pesquisas descobri muitos detalhes, desta sublime e sutil arte. Uma agradável opção de se criar uma arte viva, usufruindo e escolhendo seu próprio material (vaso, flores, folhas e galhos) dentro do conceito de cada estilo, que são vários, cada qual com seu princípio.
生け IKE ( VIVO) + HANA (FLOR) = 生け花 (IKEBANA)
obs: o ideograma HANA, quando junta-se ao ideograma 生けIKE, se pronuncia BANA,
a tradução seria Flores vivas...e assim se tratando de uma arte,
o sentido da palavra sugere, ¨ARRANJO FLORAL¨.

*A palavra ikebana é composta por Ike e Hana. Ike origina-se de três verbos: ikeru (colocar ou arrumar flores); ikiru (viver, tornar vivo ou atingir a essência de algo); e ikassu (ajudar a encontrar a verdadeira essência, tornar a vida mais pura). http://www.revistasextosentido.net/news/fj/

Também conhecido como KADOU 花道 o ideograma (FLOR) também se pronuncia KA e o ideograma DOU (CAMINHO ), com sentido de (ensinar) e (método).
Assim, ¨CAMINHO FLORAL¨, é outro termo usado.

*Na língua japonesa, a maioria das atividades, como Judou (Caminho da Suavidade), Kendou (Caminho da Espada), Kadou (Caminho Floral), Sadou (Caminho do Chá) etc, terminam com o sufixo "Dou". Dou significa "Caminho" e isto por si só significa que se trata de uma longa estrada, não existe nada que se possa aprender e se especializar em curto espaço de tempo. http://www.budismo.com.br/faq/faq.php?q_id=73



★A HISTÓRIA DO IKEBANA
Segundo rezam os Anais Históricos do Oriente, o Ikebana teve a sua origem na Índia. Conta-se que, certa vez, Gautama - Buda, viu no chão um galho com flores em botão, quebrado pelo vento. O Buda, cheio de piedade pelas flores, pediu a um dos seus discípulos para pôr o galho na água, para que as flores tivessem mais tempo de vida.“A vida é uma dádiva divina e a suprema beleza das flores deve ser prolongada o mais possível”, foram as palavras de Buda. A partir de então, os seguidores de Buda começaram a cuidar com grande carinho de todas as flores que encontravam caídas nos jardins, fazendo com elas arranjos florais muito singelos, em homenagem a Buda. Estas oferendas - arranjos florais - passaram a decorar os altares dos templos e a fazer parte dos rituais do budismo indiano. Os monges budistas foram aperfeiçoando a sua sensibilidade artística, e chegaram a uma forma de jardinagem, de grande profundidade espiritual chamada Paisagem Seca. Foi na paz e solidão dos templos, que um monge chamado de "ermitão do lago" se dedicou à religião budista a aos arranjos florais. Os seus arranjos depressa se tornaram famosos pela sua beleza e simbologia, e monges de outros templos vinham pedir-lhe que lhes ensinasse esta arte. À arte de criar arranjos florais passou então a chamar-se Ikebana, cuja tradução quer dizer flores vivas. Esta foi a primeira escola de arranjos florais no Japão. O Ikebana começou a desenvolver-se em larga escala durante o séc. XVI. Começaram a ser usados três ramos básicos que significam respectivamente: céu, terra e homem ou sol, lua e terra, e o objetivo do arranjo é expressar o equilíbrio harmonioso da natureza. A forma básica para um arranjo oriental consiste num triângulo irregular, em que as linhas principais são descritas por três caules principais que representam: o céu (shin), a terra (soe) e o homem (hikae). No Ikebana usam-se poucas flores e a simplicidade e harmonia são a maior riqueza do arranjo. Pedras, conchas, areia ou musgo são alguns dos elementos naturais mais utilizados, para se conseguir uma completa harmonia.
Texto retirado do site:


★Após a Segunda Guerra Mundial, o Ikebana - embora mantendo seus princípios básicos - não tem se limitado à tradição, recorrendo-se a quaisquer materiais que o artista julgar capazes de expressar a beleza. Essa modernização valoriza a arte, difundindo-a internacionalmente. No Brasil, as correntes clássica e moderna convivem harmonicamente, e, pouco a pouco, o Ikebana deixa os limites da comunidade nipo-brasileira. Contando com muitas jovens professoras, não saber a língua japonesa deixou de ser empecilho para quem deseja aprender Ikebana.

IKEBANA E ESTILOS
★O Rikka, de acordo com a tradição de ikebana, é fincado em posição vertical; os galhos saem do vaso como suporte para recriar o conjunto da paisagem. No início, tinha forma livre e se utilizava de elementos em sua condição natural. Depois passaram a determinar formas rigidamente estabelecidas e complexas. Modernamente redescobriu-se as possibilidades criativas desse estilo. O Rikka é o fundamento do ikebana, e foi o primeiro estilo a ser consolidado como tal. Dele se originou o Shoka e a partir de seus três elementos (shin, soe, tai), foram criadas as bases do Nagueire e do Moribana. A partir do século XVII, foram dados nomes específicos para cada estilo de arranjo: moribana, nagueire, shoka, jiyuka (estilo livre), guendai-baná (arranjo moderno), zen-eibaná (arranjo de vanguarda), entre outros. No estilo MORIBANA (literalmente, flores empilhadas), arranjam-se as flores e galhos como se os estivesse empilhando. Baseado na estética natural das plantas, este estilo busca expressar a natureza de modo realista, descritivo. Tanto neste estilo como no Shoka, as formas básicas são determinadas por galhos com funções pré-estabelecidas. São três: Shin, Soe e Tai, que formam um triângulo. Shin é o galho principal e determina a forma geral do arranjo. Soe tem a função de apoiar o Shin. O Tai, numa função de complemento, estabelece a harmonia e equilibrio entre Shin e Soe. O SHOKA, com suas formas básicas e determinadas, é a estilização das plantas, da maneira como estas se apresentam na natureza, valorizando o vigor e a versatilidade das plantas. Com os galhos Shin (representativo de homem), Soe (céu) e Tai (terra), o arranjo quase sempre estabelece uma forma de meia-lua. No NAGUEIRE, a forma básica é caracterizada pela inclinação com galhos e flores arranjados em vasos fundos, jarras ou potes alongados. Enquanto no Moribana, os galhos possuem funções pré-estabelecidas, no Nagueire, seu papel é o de proporcionar harmonia entre as plantas e o vaso. Texto baseado no livro "Ikebana, Arte e Criação no Estilo Ikenobo", de Kimiko Abe e Tokuko Kawamura, São Paulo, editado pela Aliança Cultural Brasil-Japão, 1993.
Partes do texto retirado do site http://nikkeypedia.org.br/index.php/Ikebana

★A natureza está sempre a mudar, nascem folhas, caem folhas, as flores desabrocham , frutos amadurecem etc. A natureza tem o seu próprio ritmo e ordem O despertar para esta realidade é o primeiro passo do envolvimento no Ikebana.
O Ikebana é difícil?
O facto de o Ikebana ser uma arte como a escultura e a pintura, e equivalente a estas em todas as suas dimensões não faz dele uma arte só para alguns! Na verdade qualquer pessoa com algum tempo e habilidade consegue fazer belíssimos arranjos em pouco tempo. Na verdade, tal como em outras artes, é necessário dominar certas técnicas fundamentais antes de proceder para a criação livre.
De que é feito o Ikebana?
As várias formas de ikebana partilham certas características independentemente da escola e da época em que surgiu. Qualquer tipo de componente da planta pode ser utilizado – ramos, folhas, ervas, musgos, e frutos podem ser usados, assim como flores. Folhas secas, bem como pequenos botões de flores e botões de flores são tão considerados como flores em pleno desabrochar. Quer o trabalho seja composto apenas por um único tipo de material ou por diversos tipos de material , a selecção de elementos para o arranjo requer “olho artístico”. Um arranjo com considerável desempenho técnicocombina materiais de forma a criar uma beleza que não se consegue encontrar na natureza.
Em que difere o Ikebana dos arranjos florais comuns?
– é a sua forma assimétrica bem como a utilização do espaço vazio como aspecto integrante do arranjo na sua totalidade.Também o sentido de harmonia entre os materiais, o contentor e o ambiente são essenciais. Estas características estéticas são comuns a outras artes japonesas como pintura, jardins,arquitectura e design.

MORIBANA Style: The Ohara School
A viragem para o sec XX representou uma revolução nos estilos de IKEBANA . Já nessa altura um passatempo popular, passou a ser considerado fundamental para mulheres sofisticadas.O Senhor Unshin Ohara, professor de Ikenobo em Kobe inventou uma forma de ikebana numa taça e pediu à escola Ikenobo que passasse a incluir este estilo no seu programa. A escola recusou mas autorizou-o a utilizar este estilo numa escola dele se conseguisse arranjar alunos. Uma exposição numa grande loja em Kobe foi um sucesso estrondoso para este novo estilo. A escola Ohara tinha começado o seu próprio caminho.
Outras Escolas ModernasKoshu Tsujii, um entusiasta do Moribana foi convidado a restabelecer uma escola de Ikebana no Templo Daikakuji em Saga, que ainda hoje se chama Saga School. Choka Adachi iniciou a Escola Adachi. Aproximadamente na mesma altura apareceu um novo estilo que começou a despertar a atenção pela sua abordagem livre e colorida. Este estilo acabou por se implementar e a escola Sogetsu foi fundada em 1926. As escolas predominantes nos dias de hoje são: Ikenobo, Ohara e Sogetsu
Partes do texto retirado do site
http://www.neibert.com/FloralDetail/Ikebana_Gallery.html

★Atualmente, no Japão, há cerca de 3 mil estilos, sendo os mais populares o Ikenobô, o Ohara e o Sogetsu.
http://www.zashi.com.br/zashi_historiajapao/289.php
★Dependendo estilo são utilizados outros objetos. Existem diversos estilos de ikebana.
Só a Associação Ikebana do Brasil tem cadastradas 16 escolas,
a maioria com estilos diferentes entre si.
Fonte: http://www.culturajaponesa.com.br/htm/ikebana.html


http://kojikis.wordpress.com/ikebana-2/

SITES RELACIONADOS

★ Site interessante com uma informação detalhada. Vale conferir.
http://www.japaoonline.com.br/pt/ikebana.htm

★ Indico visitar este site que tem ótimas informações e variadas fotos,.
(algumas retirados deste site)
http://aidobonsai.wordpress.com/category/ikebana/

Exposição de Ikebana
- 12º Festival do Japão
http://www.nippo.com.br/festivaldojapao2009/20090717_ikebana/circuito.html

★ Neste site tem uma explicação figurativa do significado, além de outras informações. http://www.artedeeducarcomarte.com.br/Ikebana.pdf

★ Site onde se ensina a fazer um Ikebana com fotos e explicações.
Aprenda a fazer uma ikebana passo-a-passo
http://www.nippobrasil.com.br/4.ikebana/index.shtml

★Neste site se encontra informações, fotos de Ikebanas e vasos,
além de links para mais informações. Vale conferir
http://ceramica-da-ivhe.blogspot.com/2008/12/ikebana-arte-que-harmoniza.html


http://kojikis.wordpress.com/ikebana-2/











http://aidobonsai.wordpress.com/category/ikebana/
Tentei resumir o post, até pensei em só colocar links e menos fotos. Mas de tudo que pesquisei , achei melhor colocar alguns itens essenciais. O que acharam deste tema? Será que conheciam essa arte? Se alguém tem conhecimento melhor e pratica essa arte, de opiniões. Será um prazer. Como digo, sou uma eterna aprendiz.
Não tenho postado com tanta frequência e visitado a todos, como gostaria. Mas agradeço a todos os amigos, visitantes e seguidores, pelas visitas e pelos recados. Mesmo daqueles que não podem no momento, compreendo e sei que tenho o carinho. Estou feliz por cada vez mais, conhecer pessoas encantadoras de uma enorme compreensão que ensinam e transmitem com muita sabedoria, humildade, humor, amor e respeito, para com todos. Cada qual com seu carisma e a sua maneira original e espontânea. Admiro, respeito e tenho carinho, por serem de uma personalidade firme e de uma sutileza incrível. Meu muito obrigada a todos por estarem com esta eterna aprendiz.
Um grande abraço e boas vibrações. Com carinho, Sol
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