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Plantas suculentas são belas em suas variedades de tamanhos, formatos, texturas e cores. O pouco que entendo sobre elas, são de informações que pesquisei. Assim como os nomes e classificações. Já perdi algumas e continuo uma aprendiz, pois parte da experiência, são com as próprias plantas. Tanto as Suculentas como as Folhagens ornamentais tem suas preferências. Cada uma delas ensina: local preferido, ventilação, quantidade de regas, luminosidade adequada, horas expostas ao Sol, temperatura ambiente, solo adequado, boa drenagem e, assim todo cuidado específico com cada uma delas deixa o seu jardim, sua casa um ambiente agradável, uma energia que propõe bela harmonia com a natureza.
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17 de mai de 2009

Faucaria tigrina (Aizoaceae)

Uma suculenta que chamou a atenção pelo aspecto diferente.
Lembrou aparência de plantas carnívoras.
Faucaria tigrina (Aizoaceae)

Família : Mesebrianthemaceae (Aizoaceae)
Nome científico :  Faucaria tigrina (. Haw) Schwantes
Origem : África do Sul (Província do Cabo Oriental: Albany) 
Nomes comuns incluem: Tiger Jaws, Mandíbulas de Tubarão
Etimologia : O nome do gênero Faucaria é do latim de "mandíbulas", devido à estrutura semelhante a dentes sobre as margens da folha.
Nota: Faucaria tigrina é um taxon variável que agora compreende muitas formas de Faucaria anteriormente considerado independente da espécie.
Sinônimos: Mesembryanthemum tigrinum 
Cultivo: As plantas neste gênero representam algumas das espécies suculentas mais facilmente cultivadas. Estas plantas crescem em chuva de inverno e se dirigem para a dormência primavera-verão. Requer pouca água caso contrário sua epiderme rompe (resultando em cicatrizes inestéticas). Água moderadamente a partir do meio do verão para o fim do inverno, e manter o composto quase seco quando as plantas estão dormentes. Água o minimo na primavera e no verão, apenas quando a planta começa murchar. (mas eles geralmente crescem mesmo no verão se dado água) Em áreas propensas a geada, crescem em uma estufa intermediária ou conservatório, em vasos de composto de cactus, obtido a partir de bons centros de jardim. Mantenha em local fresco e com sombra no verão, mas proporcionar o máximo de luz o resto do ano.
Fonte: http://www.cactus-art.biz/schede/FAUCARIA/Faucaria_tigrina/Faucaria_tigrina/Faucaria_tigrina.htm

Faucaria tigrina (Haw). Schwantes
Família : Aizoaceae 
Nomes comuns : maxilar tigre, mandíbulas de tubarões; tierbekvygie (Afr).
Descrição
Faucaria tigrina é uma pequena suculenta, cerca de 80 mm de diâmetro. As folhas em forma triangular surgem em pares a partir do centro da planta e suportam longos dentes moles, filiformes ao longo das margens. As folhas variam em cor, em resposta à luz do sol, do claro para o verde escuro, vermelho ou rosa ao roxo. Pequenas manchas brancas decoram as folhas e dar-lhe uma superfície áspera. Às vezes, as folhas velhas podem formar uma espécie de haste em espécimes mais antigos.
Derivação do nome e históricos aspectos
A primeira descoberta documentado de Faucaria tigrina foi durante uma expedição em 1789 por Francis Masson, que foi enviado para o Cape pelo Rei da Inglaterra para coletar plantas para Kew Royal Botanical Gardens. Os espécimes de F. tigrina foram enviados para Adrian Haworth, um jardineiro em Kew, que lhes reconhecido como uma nova espécie. O nome do gênero vem da palavra latina faux significa mandíbula e tigrina para o tigre. O gênero possui 33 espécies no total, todos os que ocorrem nas províncias orientais e Cabo Ocidental da África do Sul.
Ecologia
O aspecto nas folhas de dentes longos e brancos, semelhante a dentes-de-sabre de Faucaria tigrina na verdade não são usadas para a defesa de todo. As estruturas filiformes são adaptações especiais que ajudam a recolher vapor de água do ar circundante e direcioná-lo para baixo em direção as raízes da planta. Névoa sopra do litoral para fornecer vapor de água, uma fonte preciosa água para plantas sobreviventes nas quentes, matas subtropicais do Cabo Oriental. 
Fonte: http://www.plantzafrica.com/plantefg/faucariatigrina.htm

"A natureza é grande nas coisas grandes e grandíssima nas pequeninas." (Saint-Pierre)

Espécie não identificada (Crassulaceae)

Pesquisei mas não consegui descobrir, o nome científico ou popular desta planta. A principio pensei ser do gênero Echeveria. A família Crassulaceae, possui 13oo espécies de Suculentas, que por vez são separadas também, em vários Gêneros. Pesquisando por fotos semelhantes, encontro com diferentes nomes e, ainda não sei a que espécie do gênero a que pertence. Talvez Graptopetalum ou PachyphytumTambém pode ser uma espécie híbrida, já que Suculentas existem em muitas espécies que surgem do resultado de uma hibridação. Seja entre espécies diferentes ou entre gêneros diferentes. Assim como vi postados como espécies de x Graptoveria e x Graptosedum. Talvez seja uma espécie do gênero x Graptosedum, pelos nomes encontrados, como x Graptosedum 'Vera Higgins', x Graptosedum 'Francesco Baldi' e x Graptosedum 'Darley Sunshine'

"Felicidades são pedacinhos de ternura que colho aqui e ali." (Cecília Meireles)

29 de abr de 2009

Suculentas em detalhes

Olá, conforme fui observando, achei interessante também, fotografar as suculentas em novos ângulos, para observar pequenos detalhes...em que suas folhas fazem uma composição simétrica natural...que causam admiração e curiosidade pelas formas e texturas de cada espécie...sou uma novata querendo saber mais das suculentas...
Tenham um bom dia. Abraços, Sol






Flor da Haworthia cymbiformis var. setulifera (Asphodelaceae)

É de uma delicadeza, tão pequenas flores,
 mas que causam imensa admiração por sua sutileza na floração. 


As flores são brancas, pequenas e delicadas...

14 de abr de 2009

Sedum 'Adolphii' (Crassulaceae)

Esta suculenta também foi uma das primeiras na minha coleção de suculentas. Era o início e achava todas lindas e era sempre uma alegria adquirir novas suculentas. Pesquisando descubro que amantes destas plantas é bem amplo, e cada vez ganham mais admiradores. 
*Sedum 'Adolphii'   (Crassulaceae)
Sedum adolphii  Hamet 1912 (Sedum Ouro) 
Syn. Sedum nussbaumerianum  Bitter 1923 
As carnudas, folhas verde-oliva desta arbustiva Sedum assumem uma tonalidade avermelhada de ouro em pleno sol. Na Primavera, estas plantas produzem cabeças de perfumadas flores brancas estreladas. Novas plantas pode ser iniciado a partir de tão pouco quanto uma única folha. Nativo da Vera-Cruz, México. Descrito para ser limítrofe resistente em áreas secas, embora a necessidade de proteção de invernos chuvosos e geada severa.
 Sedum é um grande gênero de plantas com flores na família Crassulaceae, cujos membros são comumente conhecidos como stonecrops. Ele contém cerca de 400 espécies de folha suculentas que são encontrados em todo o hemisfério norte, anuais variando de ervas rasteiras a arbustos. As plantas armazenam água nas folhas. As flores geralmente têm cinco pétalas, raramente quatro ou seis. Há tipicamente duas vezes mais estames como pétalas.
Um número de espécies, anteriormente classificados como Sedum, são agora um gênero separado Hylotelephium.
Bem conhecidos sedums europeus são Sedum acre, Sedum álbum, Sedum dasyphyllum, Sedum reflexum (também conhecido como Sedum rupestre) e Sedum hispanicum.
Ornamental 
Muitos Sedums são cultivados como plantas jardim, devido à sua aparência interessante, atraente e resistência. As várias espécies diferem em suas exigências, alguns são resistentes ao frio, mas não toleram o calor, alguns necessitam de calor, mas não toleram o frio.

Tenho aprendido com o tempo ...
"... Que a felicidade vibra na frequência das coisas mais simples. Que o que amacia a vida, acende o riso, convida a alma pra brincar. São essas imensas coisas pequeninas bordadas com fios de luz no tecido áspero do cotidiano. Como o toque bom do sol quando pousa na pele. A solidão que é encontro. O café da manhã com pão quentinho e sonho compartilhado. A lua quando o olhar é grande. A doçura contente de um cafuné sem pressa. O trabalho que nos erotiza. Os instantes em que repousamos os olhos em olhos amados. O poema que parece que fomos nós que escrevemos. A força da areia molhada sob os pés descalços. O sono relaxado que põe tudo pra dormir. A presença da intimidade legítima. A música que nos faz subir de oitava. A delicadeza desenhada de improviso. O banho bom que reinventa o corpo. O cheiro de terra. O cheiro de chuva. O cheiro do tempero do feijão da infância. O cheiro de quem se gosta. O acorde daquela risada que acorda tudo na gente. Essas coisas. Outras coisas. Todas, simples assim ..."(Ana Jácomo)

Echeveria pulidonis (Crassulaceae)

Echeveria pulidonis foi uma das primeiras que adquiri, no início da minha coleção de plantas suculentas. É uma suculenta compacta sem crescer em demasia, sendo assim permanece em sua peculiar forma. Suas folhas alongadas e verdes realçada pelo fino tom avermelhada a volta das bordas.
Echeveria pulidonis (Crassulaceae)
Echeveria pulidonis
Echeveria pulidonis foi descrito em 1972 por Eric Walther. O nome é considerado como validamente publicada.
É uma espécie do gênero Echeveria que contém 139 espécies e pertence à família do Crassulaceae (Família Stonecrop).
É uma planta perene com folhas simples. As folhas são dispostas opostas uma à outra. Eles são oblanceolate com margens inteiras.
As flores são rosa tubular e escuro. As plantas florescem de fevereiro a abril.
Echeveria pulidonis é nativa do leste do México.
Prefere um local ensolarado e pode suportar temperaturas abaixo de -12,2 º C. Ela cresce melhor em areia-gritty solo que é moderadamente úmido.

A Pulidonis é uma variedade de Echeveria cuja principal característica é um contorno avermelhado na borda das folhas. Se para um observador desatento ela possa ser muito parecida com as outras variedades, um olhar mais preciso mostra que sua beleza está nos detalhes.
Uma das principais vantagens da Pulidonis é sua alta durabilidade e resistência, um pouco maior que as outras variedades, desde que mantida com pouca água. É uma Echeveria que não cresce muito, na maioria das vezes se mantém com cerca de 10 a 15 centímetros de diâmetro e raramente cresce para para cima, mantendo sempre seu aspecto compacto.
Para cuidar da Pulidonis, basta molhar de uma a duas vezes por mês, dependendo do calor. Aguenta muito bem o sol direto de um jardim externo, mas também pode ser mantida em apartamento. Uma dica: dentro de casa ou ambientes de “meia sombra”, como ao lado de janelas, é melhor mantê-la bem seca, molhando com pouca água uma vez por mês.
Como é uma planta que não cresce muito, você pode usar vasos maiores com algumas plantas, que ficam muito bonitos. Se quiser, pode combinar também com outras variedades de Echeverias.
Fonte: http://www.echeveria.com.br/


"O que vale na vida não é o ponto de partida e sim a caminhada. Caminhando e semeando, no fim terás o que colher." 
(Cora Coralina)

Crassula rupestris (Crassulaceae)

minha coleção de suculentas aumenta, em uma boa proporção, assim como a admiração por estas plantas também se intensifica. E prosseguindo neste lazer, comprei mais espécies. Esta suculenta é muito graciosa, adorei o tom verde das pequenas folhas. Muitas das suculentas fui descobrindo e acrescentando na coleção, mas muitos também perdi, pela falta de experiência em lidar com cada uma delas. Assim quando posso procuro pesquisar e me informar. Outro fator importante também, é de observar o desenvolvimento delas, pois as plantam mostram muito, e vai se aprendendo com elas, como lidar com a exigências de cada espécie.
Crassula rupestris (Crassulaceae)
Crassula rupestris, ou a Planta Rosário ou Vine, é uma planta 
com empilhados maior semelhante, mas com mais folhas carnudas do que são do Lancelote perfeitamente triangular, e muitas vezes são em dois tons. Também esta planta tende a ter um mais verde, mais carnuda haste, maior do que Crassula perforata faz. Esta é uma espécie altamente ramificada, como a maioria de seus híbridos e cultivares. As flores de Crassula rupestris são provavelmente a principal característica, sendo rosa e globóides e realmente bastante ornamental, ao contrário dos lineares, flores de convivência de Crassula perforata. É esta última característica que me ajuda a mais contar as duas espécies além...mas quando não está em flor, posso estar enganado, às vezes.
Existem diversas variedades de Crassula rupestris que são bastante comumente encontrados em cultivo: Crassula Tom Thumb é uma variedade da espécie chamada Crassula rupestris var commutata e é basicamente uma versão em miniatura de Crassula rupestris. Há uma versão variegada da planta, também.

Crassula empilhadas ✽ Suculentas ornamentais
Crassula é um gênero monstruoso de centenas de espécies e de muitas mais centenas híbridos e cultivares. Muitas espécies de Crassulas tem uma maneira única de crescimento, com suas folhas empilhadas umas sobre as outras e com a haste correndo até o meio deles. A isso chamo de Crassulas empilhadas, embora eu não sei se alguém faz, por isso não pensar que isso é algum termo oficial descritivo. Ao olhar através de muitos sites na web tornou-se claro que não sou a única pessoa confusa lá fora, e que muitos outros misturaram esses nomes, chamam disso, daquilo, daquele, etc...Não tenho certeza de que todas as formas destes empilhados Crassulas terem sido nomeados oficialmente, ou se eles têm, essa informação não foi liberada para o público. Em certo sentido, todas as Crassulas são empilhadas com folhas em torno de uma haste central. Mas as plantas que vou concentrar são os que crescem para cima e não as variedades pilha ou roseta. As espécies básicas na maioria modelados são Crassula perforata e Crassula rupestri. Há os pequenos empilhados como Crassulas mucosa e pyramidalis. Há os curtos, os aglomerados empilhadas, Crassula marchandii e columela. Depois há os Crassula Capitella thyrsiflora variedades que qualificam como plantas empilhadas. Provavelmente há dezenas de outros. Mas estes são alguns dos mais queridos comuns encontrados no cultivo. Claro que existem muitas de dezenas destes híbridos, e mais de outras Crassulas que acontecem em formar pilhas. Alguns são comuns e outros bastante raros.
Fonte: http://davesgarden.com/guides/articles/v+iew/1102/#b


"Se temos de esperar, 
que seja para colher a semente boa 
que lançamos hoje no solo da vida. 
Se for para semear, 
então que seja para produzir 
milhões de sorrisos, 
de solidariedade e amizade."
(Cora Coralina)

Echeveria (Crassulaceae)

Uma suculenta que comprei mas, logo perdi. Mesmo assim fui buscar informações, para saber dos cuidados desta espécie. Na verdade comprei com um nome, mas desconfio que o nome seja outro, por ser divergente a informações pesquisadas. Ainda a pesquisar seu nome correto. 
Echeveria  (Crassulaceae)
Echeverias
Estas plantas bonitas são produtores moderadamente rápido. Eles gostam de luz, bom brilhante-se a pleno sol. Se sua planta começa a mostrar cada vez mais espaço entre as folhas, é alongamento e precisa de mais luz para ajudar a manter uma forma de roseta compacta. Manter o solo relativamente úmido, deixando-os secar um pouco entre as regas. Fertilizante diluída é apreciado cada rega segundo ou terceiro.
Echeverias variam em tamanho de variedades pequenas, (às vezes mais de uma ou duas polegadas de diâmetro) para variedades grandes, coloridos e ondulado de folhas que crescem a até dois metros de diâmetro. Há centenas de variedades, alguns são espécies coletadas na natureza, e muitos são artificiais híbridos. Estas plantas são fantásticas por causa da variedade de cores nas folhas. 
Fonte: http://www.cactuscollection.com/info/succulents/echeverias.html

"Nossa vida é 
cercada de jardins, 
caminhos e estradas, neles 
podemos semear flores ou 
espinhos... Mas lembre-se 
que cada um colhe exatamente
o que planta. Portanto, cuide
da sua plantação e regue suas
sementes com amor, fé, 
sabedoria, otimismo e amor."
(Priscilla Rodighiero)

Echeveria runyonii var. macabeana (Crassulaceae)

Uma beleza de planta suculenta. Ainda não obtive uma informação mais detalhada, desta suculenta, mas achei uma boa dica de cultivo, das Echeverias.
Echeveria  runyonii var. macabeana (Crassulaceae)
Echeveria runyonii var. macabeana E.Walther 
CACT. Succ. J. (Los Angeles) 7: 69; a fig. 1935 
Família: CRASSULACEAE
Aceito Nome científico: Echeveria runyonii Rose ex E.Walther 
CACT. Succ. J. (Los Angeles) 7: 69. 1935
Origem e Habitat: Descrito a partir de material cultivado, Califórnia (sudoeste dos EUA, América do Norte)
Sinônimos:
Nome aceito em llifle Base de dados: 
Echeveria runyonii Rose ex E.Walther 
CACT. Succ. J. (Los Angeles) 7: 69. 1935
Sinonímia: 2
Echeveria runyonii Rose ex E.Walther
Echeveria runyonii var. macabeana E.Walther

Fonte: http://www.llifle.com/Encyclopedia/SUCCULENTS/Family/Crassulaceae/21874/Echeveria_runyonii_var._macabeana
As Echeverias são plantas fáceis de cultivar, desde que tomados alguns cuidados:
Fora de casa
As Echeverias toleram a luz do sol direta, mas ficam mais bonitas se colocadas em áreas sem incidência do sol do meio dia, em um canto onde há sol até às 11h, por exemplo.
Podem ser mantidas no vaso ou replantadas para a terra. Se for replantada, é melhor mover junto com a terra do vaso que veio. Coloque um pouco de adubo comum na terra a cada quatro meses.
Durante o verão, molhe a sua Echeveria uma a duas vezes por semana com bastante água, sem molhar as folhas. É importante que o solo onde ela está plantada seja muito bem drenado, já que o acúmulo de água pode apodrecer as raízes e propiciar o aparecimento de fungos.
No inverno, diminua gradativamente a quantidade de água, molhando até uma vez por mês em períodos muito frios.
Teoricamente, as Echeverias aguentam de 40ºC a -5ºC, mas temperaturas extremas podem deformar as folhas e deixá-las feias.
Dentro de casa
As Echeverias podem ser mantidas dentro de casa sem problema algum! Para manter as Echeverias dentro de casa, é importante colocá-las ao lado de uma janela muito bem iluminada, de preferência onde bate o sol da manhã.
No verão molhe a terra uma vez por semana, evitando molhar as folhas . No inverno, uma vez por mês é suficiente. 

Importante: não deixe água acumular no pratinho, isso causa fungos e apodrece as raízes.
Dica: se possível, você pode ter duas Echeverias, uma dentro e uma fora de casa, trocando-as de lugar a cada quinze dias.
Fonte: http://www.echeveria.com.br/cuidados/como-cuidar-das-suas-echeverias/


"Delicadeza é aquilo que nos alcança sem nos tocar. É a melodia que nos embala mesmo em silêncio. É quando a boca empresta um sorriso aos olhos sem que nenhuma cobrança seja feita e os sentidos se misturam sem que ninguém dispute o melhor espaço. Delicadeza é ter pensamentos e atitudes em harmonia. É atingir o outro sem que ninguém saia machucado. É quando você é seduzido por algo que vem de dentro e dividir ajuda a somar "
(Fernanda Gaona)

Echeveria X 'Lola' (Crassulaceae) ~Híbrido de Echeveria lilacina X Echeveria derenbergii ~

Na minha coleção de suculentas, uma das menores Echeverias. Pequena, delicada em tom claro. Nem sabia ser é um híbrido, aliás tem muitas suculentas na minha coleção que venho descobrindo serem híbridos, tempos depois.
Echeveria X 'Lola' (Crassulaceae)
~Híbrido de Echeveria lilacina X Echeveria derenbergii~
 HÍBRIDOS 
São o resultado do cruzamento de duas espécies diferentes. Assim, quando entre as duas palavras encontramos um "x" sabemos que estamos  perante um híbrido. Se o x aparecer antes das duas palavras estaremos perante um híbrido que resulta do cruzamento de duas espécies de dois gêneros diferentes. São casos raros porque em 99% dos casos os híbridos resultam do cruzamento de duas espécies do mesmo gênero. Estes cruzamentos podem ocorrer espontaneamente na natureza ou serem produzidos pelo homem. 
Fonte: http://www.mauroparolin.pro.br/nobotanica.pdf

Echeveria X 'Lola' 
Criado por Dick Wright
Paternidade / Parente: E. lilacina x E. derenbergii  
Os pais são os mesmos que para Echeveria"Derenceana' mas o cruzamento é inverso.
E."Lola' e E.'Derenceana" são bastante semelhantes. Diferenças em plantas jovens, muitas vezes não são diferentes, e as flores de ambos os híbridos são os mesmos. Na plantas mais velhas pode ser distinguido pelo seu tamanho - a roseta de E. 'Lola' é maior e mais aberta que a de E.'Derenceana'.
Fonte: http://www.crassulaceae.ch/index.php?TPL=10122&x270_id=722

Um híbrido comum e atraente, 
folhas verde com azul acinzentado a rosado, às vezes. Gosta de muita água na primavera, como a maioria dos Echeverias, mas menos quando muito quente no verão. Tolera chuvas no inverno se em solos bem drenados. É declaradamente um híbrido entre E. lilacina e E. derenbergii
Fonte: http://davesgarden.com/guides/pf/go/65010/


"A felicidade é feita de pequenas pérolas que você cultiva a cada dia, a cada hora." (Roberto Shinyashiki)

Echeveria 'Fun Queen' (Crassulaceae)

Apesar das buscas para obter informações, esta também é uma das suculentas que ainda não encontrei dados específicos da espécie.
Echeveria 'Fun Queen' (Crassulaceae)
Echeveria é um grande gênero de plantas com flores no Crassulaceae família, nativo de semi-desérticas da América Central, do México ao noroeste da América do Sul. O gênero é nomeado após o século 18 o artista mexicano botânico Atanasio Echeverría y Godoy .
Descrição - Plantas podem ser perene ou decídua. Flores em hastes curtas (cymes) surgem de rosetas compactas de suculentas folhas carnudas, eles próprios, muitas vezes coloridas. As espécies são polycarpic, o que significa que eles podem vezes flor e do jogo de sementes muitas ao longo de suas vidas. Muitas vezes, inúmeras compensações são produzidos, e são comumente conhecido como 'Galinha e pintainhos", que também pode se referir a outros gêneros, como Sempervivum que são significativamente diferentes de Echeveria.
Cultivo - Muitas espécies de Echeverias, são populares como plantas de jardim ornamental. Eles são resistentes à seca, apesar de fazer melhor com regas regulares profunda e adubação. A maioria vai tolerar sombra e algumas geadas, embora híbridos tendem a ser menos tolerante. Mais perdem suas folhas mais baixas no inverno, como resultado, depois de alguns anos, as plantas perdem a sua aparência atraente, compacto e precisam ser enraizadas ou propagadas. Além disso, se não for removido, as folhas derramadas podem decair, abrigando fungo que pode infectar a planta.


Como cuidar das suas Echeverias
As Echeverias são plantas fáceis de cultivar, desde que tomados alguns cuidados:
Fora de casa - As Echeverias toleram a luz do sol direta, mas ficam mais bonitas se colocadas em áreas sem incidência do sol do meio dia, em um canto onde há sol até às 11h, por exemplo. Podem ser mantidas no vaso ou replantadas para a terra. Se for replantada, é melhor mover junto com a terra do vaso que veio. Coloque um pouco de adubo comum na terra a cada quatro meses. Durante o verão, molhe a sua Echeveria uma a duas vezes por semana com bastante água, sem molhar as folhas. É importante que o solo onde ela está plantada seja muito bem drenado, já que o acúmulo de água pode apodrecer as raízes e propiciar o aparecimento de fungos. No inverno, diminua gradativamente a quantidade de água, molhando até uma vez por mês em períodos muito frios. Teoricamente, as Echeverias aguentam de 40ºC a -5ºC, mas temperaturas extremas podem deformar as folhas e deixá-las feias.
Dentro de casa - As Echeverias podem ser mantidas dentro de casa sem problema algum! Para manter as Echeverias dentro de casa, é importante colocá-las ao lado de uma janela muito bem iluminada, de preferência onde bate o sol da manhã.
No verão molhe a terra uma vez por semana, evitando molhar as folhas. No inverno, uma vez por mês é suficiente. 
Importante: não deixe água acumular no pratinho, isso causa fungos e apodrece as raízes.
Dica: se possível, você pode ter duas echeverias, uma dentro e uma fora de casa, trocando-as de lugar a cada quinze dias.

"Na vasta amplitude da natureza universal, por ciclos intermináveis, manifestam-se infinidades de flores, compostas de harmonia de formas e cores, e morrem pouco depois para serem substituídas por outras. As maravilhas da natureza não nascem para serem elogiadas. Não se preocupam em serem vistas. Sua única razão de existir é ser, simplesmente. Esse testemunho da consciência pura e desinteressada é suficiente para o homem crístico que realiza com amor e harmonia o dever que tem a realizar. E como as flores, não esperam elogios ou louvores, nem teme as censuras." 
(Sri Maha Krishna Swami)

Echeveria purpusorum (Crassulaceae)

Adorei demais esta espécie assim que vi na floricultura. Uma arte sutil da natureza de esculpir tão bela planta.
Echeveria purpusorum (Crassulaceae)
Echeveria purpusorum
Família: Crassulaceae
Nome científico: Echeveria purpusorum A. Berger 
In: Engler Nat. Pflanzenf, ed. 2, vol. 18-A, p. 476, 1930.
Origem: Sul do México, Puebla e Oaxaca (Tipo localidade Puebla: perto de San Luis Atolotitlan)
Habitat: Cresce em áreas muito quentes e secos.
Etimologia: O gênero Echeveria é nomeado após o botânico do século 18 espanhol Atanasio Echeverria Codoy . 
A espécie purpusorum é nomeado após os irmãos Purpus, Carl A. Purpus (1851-1941), um botânico e explorador alemão no México ans EUA e Joseph A. Purpus (1860-1932), horticultor alemão. (Esta espécie foi coletada com ambos trabalhando juntos).
Sinônimos:
Urbinia purpusii Rose In: Contrib. US Nat. Herb., Vol. 13, p. 302, 191 1
Echeveria purpusii K. Schum In: Gartenflora VL (1896) 608, fig. 97
Dudleya purpusii (K. Schum.) Britt. et Rose.
Echeveria purpusorum (normalmente conhecido como um Urbinia) é um dos mais lentos de crescimento das Echeverias e, é necessário cultivá-lo por muitos anos para obter um bom espécime. Seu atrativo está nas folhas lindamente salpicados.
É um dos mais bonitos das Echeverias por sua folhagem incomum.
Descrição: E. purpusorum é pequeno, de crescimento lento e espécies incomuns. Tem suculentas rosetas, até 6-8 cm de diâmetro e de altura, ficam geralmente solitário, mas pode compensar para formar uma moita densa. 
Haste: Muito curto (quase sem caule) pode crescer lentamente até 5-7 cm de altura e cerca de 2 cm de diâmetro.
Folhas: Compacto, curto, túrgido, ovalada, acuminado, vivaz e um pouco recurvado na ponta, 3 a 4 cm de comprimento e 1,5 a 2,5 cm de largura, 1 cm de espessura, plano acima arredondado, abaixo imperceptível encurvado na parte de trás, verde oliva ou verde-espinafre, mármore cinza-verde ou branco-verde e salpicado com pequenas manchas irregulares marrom avermelhado-profundo. Margens pontudas translúcido, sem manchas roxo escuro. A epiderme é invulgarmente espessa com células epidérmicas opaco e com poucos estômatos em ambas as superfícies foliares. 
Flores: Em uma inflorescência simplesmente racemosa 20 cm de altura (cincinnus) tendo em sua porção basal poucos ovaladas e brácteas agudas até 15 mm de comprimento da mesma cor de folhas. Os 6-9 botões florais são vermelho-alaranjada e aberta para amarelo. Pedicel até 12 mm de comprimento, sépalas apresso, calix globosas-urceolate, até 12 mm de comprimento, maior diâmetro 9 mm. Cerca de 4 mm. de diâmetro na boca na antese; rosa abaixo, dark-laranja para escarlate acima, amarelo nas pontas. As pétalas são grossas, profundamente escavado dentro na base, mas dificilmente encurvado; nectários grandes e grossas, truncar-reniforme, 2 mm. Largo. Estilo de maçã-verde, estigmas marrom. Floração: O final da primavera (maio-junho) 
Nota: As plantas que são encontradas em cultivo são bastante uniformes, provavelmente devido à propagação vegetativa de um único original de importação. Quaisquer desvios evidentes a partir do padrão, pode-se suspeitar que seja devido à hibridação, se acidental ou intencional. Numerosos híbridos estão agora no cultivo.
Cultivo: ele pode tolerar sol para sombra, mas em geral quanto mais luz, uma planta leva a melhor, ele irá mostrar suas cores e forma. No entanto, quando se deslocam plantas de condições de pouca luz em pleno sol, muito cuidado com queimaduras de sol. Evitar, mas no caso é mais prático, garantir plantas bem regadas antes de movê-los em um dia nublado. Eles podem tolerar períodos de seca prolongados e sobreviver à seca, sem a necessidade de rega, mas eles vão crescer mais fortes se eles recebem umidade adequada durante a estação de crescimento. Evitar que a planta permaneça alagada (sensível a podridão da raiz ). Use um solo muito poroso, que vai permitir a drenagem rápida. Fertilizantes de liberação lenta com um baixo a moderado teor de azoto são adequados para as safras de primavera e verão, e aplicações de fertilizantes adicionais não são necessários até a primavera. Boa circulação do ar é importante para minimizar os riscos de pragas e doenças, e evitar excesso de umidade em condições de inverno frio. É importante êxito crescente Echeveria no ambiente de creche. Ele pode tolerar geadas leves, mas durante o inverno é melhor a 5 a 10 °C. 
Com as temperaturas mais frias do outono a tendência das cores da folhagem se tornarem mais intensas do que as do verão, estação de crescimento ativo. 
Propagação: geralmente por sementes, mas se a planta está replantada algumas das folhas de fundo pode ser removido, a fim de tentar  propagação da folha, é também uma prática comum para recolher as folhas sobre a haste da flor. No entanto, este não é um dos mais fáceis das espécies de enraizar, muitos desses cortes vai secar sem produzir uma plântula, mas com perseverança é provável conseguir algumas novas plantas. Requer boa drenagem.
Fonte: http://www.cactus-art.biz/schede/ECHEVERIA/Echeveria_purpusorum/Echeveria_purpusorum/echeveria_purpu


"Gentileza é normalmente vista como um toque suave, um olhar que acalma, palavras de conforto. 
Mas, na verdade, gentileza é a manifestação da nossa força interior, com base no entendimento dos sentimentos dos outros. 
Ela não perturba, não empurra, não impõe; simplesmente oferece ajuda."
(Brahma Kumaris)

Echeveria 'White Rose' (Crassulaceae)

Bela suculenta que comprei, do gênero Echeveria mas, ao buscar informação sobre ela, não encontrei. Quem sabe mais pra frente.
Echeveria 'White Rose' (Crassulaceae)
Echeverias são, indiscutivelmente, as mais atraentes de todas as suculentas, muito valorizado por suas cores incríveis e de variação, da cor da folha impressionante de muitas variedades mais magníficas nos meses mais frios. Nativas das Américas, são apreciadas por colecionadores e jardineiros também. Suas rosetas variam em tamanho de 2cm a 50cm de diâmetro. Eles geralmente florescem nos meses mais quentes, com cores que vão do branco ao laranja a rosa ao vermelho.
DICAS DE CULTIVO 
Echeverias são em maioria os produtores de verão. Uma vez estabelecido que eles podem tolerar períodos de seca prolongado sem água, mas vai crescer mais forte, se receber água adequada durante a estação de crescimento. Drenagem livre, solo poroso é essencial para evitar o apodrecimento da raiz. Echeverias são rasas plantas enraizadas e, portanto, beneficiar de bons níveis de matéria orgânica no solo. Ventilação, é importante para minimizar os riscos de doenças e de pragas. Uso regular de um pesticida adequado durante os meses mais quentes é aconselhável. Geralmente, quanto mais sol que obter o melhor que eles vão exibir suas cores e formas, mas protegê-los do sol excessivo durante o tempo quente.
Fonte: http://www.thesucculentgarden.com.au/echev.html

"A natureza deve ser considerada como um todo, mas deve ser estudada em detalhe." (Mário Bunge)

Echeveria runyonii 'Topsy Turvy' (Crassulaceae)

Essa Echeveria , com aspecto diferente das demais, dentro da minha coleção de suculentas, chama atenção pelas extremidades das folhas, que parecem invertidas.
Echeveria runyonii 'Topsy Turvy' (Crassulaceae)
Joseph Nelson Rose descreveu Echeveria runyonii em 1935, em homenagem do amador botânico Robert Runyon, Texas. Runyon havia coletado a espécime de Matamoros, Tamaulipas jardim, em 1922. Selvagem populações eram desconhecidas até 1990, quando foi descoberto um pela equipe do berçário Yucca Do. A citologia de Echeveria espécies é útil na identificação, como muitas espécies pode ser muito variável na aparência; E. runyoni tem 14 cromossomos. 

Echeveria runyonii também é comumente conhecida como galinhas e pintos mexicanos e é encontrado nativamente no México, no entanto, esta mutação teve origem no cultivo, na Califórnia. Há uma forma de crista que é Echeveria runyonii cv. "Topsy-Turvy" f. cristata que pode ser reproduzido apenas vegetativamente. Apenas um fragmento do tiro com crista é utilizado para a reprodução porque as folhas e brotos normais (não-cristata) não produzem o traço com crista.
Esta é uma forma estranha de folha E. runyonii, que é de um azul pálido ao branco-azul com folhas em forma normais. No entanto, esta forma Topsy Turvy é muito mais popular, por isso a forma "regular" da planta não é tão fácil de encontrar. É uma Echeveria de formas monstruosas verdadeiros "verdadeiras raças" e não vai voltar a sua forma natural. Trata-se de um compensado profuso e pode criar grandes montes de plantas densamente populosas. Plantas-mãe pode chegar até a 10 "de diâmetro, mas raramente os deslocamentos, se não forem removidos e replantadas em outro lugar, a fim de que atuem. Vistosas flores alaranjadas brilhantes sobre altos cachos abrangentes, geralmente no outono aqui no sul da Califórnia.

Echeveria runyonii "Topsy Turvy"é às vezes chamado como Echeveria glauca. Eu também vi ele listado como uma variedade de monstruosa e Echeveria runyonii. Seja qual for o nome, o alabastro adorável folhas 'cabeça para baixo' fazem esta uma planta memorável, e felizmente para os principiantes, fácil de cultivar. Tamanho é finalmente 15 centímetros de diâmetro, e de até 10 centímetros de altura, com ramo de flores longas na queda de até 20 centímetros de altura embelezado com lindas flores cor de pêssego em forma de sino pendurado.
Condições preferenciais são uma luz brilhante, solo bem drenado.

"A natureza usa o mínimo possível de tudo." (Johannes Kepler)

11 de abr de 2009

Sedum lucidum (Crassulaceae)

Esta espécie de suculenta na minha coleção, foi uma das que não consegui descobrir uma informação facilmente. Encontrei por acaso quando procurava informação da Sedum adolphii e Sedum nussbaumerianum. Pelo fato que as 3 espécies tem relação uma com a outra. Estas espécies de suculentas tem crescimento de caule longo. Ficam alongadas e pendentes.
Sedum lucidum (Crassulaceae)
Lucidum [Clausen, 1951] E. Cent. Mex. Veracruz, n = 26, (secção Pachysedum ), fl. branco. Nome para lúcido (brilhante) na ref. para as folhas brilhantes. Walther descobriu esta espécie no cultivo em Mex. em 1935. Esta espécie está estreitamente relacionada com S. adolphii ; S. nussbaumerianum, todos com semelhantes, folhas grandes, afilados e grossas hastes. Em 1971, Lau descobriu uma forma oval folheado, seu Lau-058. Ref. SNL # 3, 42 & CSSA Journ. Março '02.
= * S. lucidum (Clausen, 1951) atual.
+ Ssp. "Lau-058" (ainda não publicado, 2006) n = 35. E. Cent. Mex., Um bom ssp.
Fonte: http://crassulaceae.net/sedummenu/90-lists/373-genus-sedum-in-the-americas-l-o-engl
Sedum lucidum , sp. novembro,
Sedum lucidum pertence ao subgênero Pachysedum e Pachysedum secção (Eupachysedum). O tipo é um espécime cultivado na estufa a Ithaca, NY, 44-12 C, 3 de Janeiro de 1951. Ele veio originalmente de Orizaba próximo, no México, onde Eric Walther coletou, em 1935.
S. lucidum é a oitava espécie de Sedum que tem registrada em Vera Cruz. Os outros são S. dendroideum, S. purpusii, S. Botteri, S. nussbaumerianum, S. obcordatum, S. hemsleyanum, e S. moranense. S. aoikon possivelmente é nativa perto Orizaba, mas a sua ocorrência não deve ser verificado antes de ser incluído definitivamente na lista de Vera Cruz. S. dendroideum, S. purpusii, S. Botteri e S. obcordatum todos têm pétalas amarelas. S. hemsleyanum é uma erva. S. moranense é um aglomerado, folhas ovais pequenos e pistilos kyphocarpic. S. nussbaumerianum, com flores em pedicelos longos, é mais estreitamente relacionado com S. lucidum. Da mesma forma, S. adolphii está relacionado. Que ainda não foi encontrada em qualquer localidade definida no México. Quando alguma coisa se ​​sabe sobre a variação de S. adolphii na natureza, o estado de S. nussbaumerianum terá de ser reavaliado: Uhl *, que tem estudado algumas das minhas plantas citologicamente, relatou números gamética de 64 para uma planta de S . adolphii e três plantas de S. nussbaumerianum. Para S. lucidum, listado como "peculiar a S. tortuosum Hemsley "," de Clausen espécies No. 503 ", ele relatou um número gamético de 34 cromossomos para uma planta do tipo de coleção. Estes dados sugerem que a origem de S. adolphii e S. nussbaumerianum dos seus parentes mais próximos deve ter envolvido tanto um ajustamento do número básico de cromossomos e a obtenção de um nível mais elevado de poliploidia. Em uma base de evidências morfológicas, S. lucidum me impressiona como o mais primitivo e nussbaumerianum S. como o mais avançado deste grupo de três espécies.
A única variação notável de S. lucidum que veio a minha atenção é uma condição cristate que se desenvolveu espontaneamente em duas das minhas plantas.
Departamento de Botânica 
Universidade de Cornell 
Ithaca, New York
Fonte: http://www.crassulaceae.com/botanik/pflanzen/botanzeige_scan_en.asp?gnr=1340&scan=182130&cat=4&name=Sedum%A0lucidum
"Quanto mais alta a sensibilidade, e mais sutil a capacidade de sentir, tanto mais absurdamente vibra e estremece com as pequenas coisas. É preciso uma prodigiosa inteligência para ter angústia ante um dia escuro. A humanidade, que é pouco sensível, não se angustia com o tempo, porque faz sempre tempo; não sente a chuva senão quando lhe cai em cima." (Fernando Pessoa)

Sedum nussbaumerianum (Crassulaceae)

As muitas espécies de suculentas e a enorme quantidade e variedades são amplamente cultivadas pelo mundo. O detalhe na busca de querer identificar todas, que tenho em minha coleção, tornou-se uma mania. Assim vou pesquisando e aos poucos chegando ao objetivo. Tenho conseguido identificar e colocado a nomenclatura da maioria. Mas não posso afirmar que todas estão com a nomenclatura certa, pois são baseadas em pesquisa de uma simples apreciadora que tem uma pequena coleção.
Sedum nussbaumerianum (Crassulaceae)

Crassulaceae Sedum nussbaumerianum Bitter
Notizbl. Bot. Gart. Berlim-Dahlem 8: 281. 1923
Fonte: http://www.ipni.org/ipni/plantnamesearchpage.do
Sedum nussbaumerianum - Stonecrop Coppertone
Esta planta foi descoberto por Carl Albert Purpus numa fonte de enxofre em um barranco na Zacuapan em Vera Cruz, no México, em 1906 ou 1907, mas mais tarde foi descrito em 1923 pelo botânico alemão Bitter que o nomeou para a Ernst Nussbaumer, o jardineiro-chefe do Jardim Botânico Bremen, na Alemanha. Foi no cultivo sob este nome, na Califórnia, em 1944, ou talvez já em 1933 como Sedum adolphi e foi re-introduzida pelo Jardim Botânico Huntington através do Instituto Internacional Succulent como ISI 1682, em 1986 a partir de material coletado na natureza por Charles Uhl em 550-600m em um afloramento de rocha perto de Cerro Gordo, Vera Cruz do México em 1978 (HBG 40.419). Esta planta foi dado o nome de marketing por Coppertone Berçário Produtores de Magia de Altadena, Califórnia, em 2002. Hart o falecido Dr. Henk t 'eo Dr. Bert Bleij escreveu a seção Sedum no léxico "Manual Ilustrado de Plantas Suculentas: Crassulaceae" (. Eggli, Urs (ed), Springer Berlin, 2003) e observou esta espécie ser muito semelhante, se não idêntico ao Sedum adolphi porém Robert Clausen em "Sedum da América do Norte do Norte do Planalto mexicano" (Cornell University Press. Ithaca, 1975) listou as vezes confuso, mas taxa em separado. A chave no livro de Clausen distingue Sedum nussbaumerianum  por ele ter flores todos no mesmo plano, pétalas lanceoladas 2,8-3,2 mm de largura; folhas principais 5-8 mm de espessura, convexa e obscuramente carena (keeled) dorsalmente, enquanto ele observou que Sedum adolphi tem pétalas em diferentes níveis cymes, pétalas ovado-lanceoladas, 3-3,5 mm de largura; folhas principais 8-10 mm de espessura e fortemente carena dorsal. Tornou-se naturallized na Sicília e na ilha canária de Fuerteventura.  Esta descrição de Sedum nussbaumerianum é baseada em nossa pesquisa e nossas observações desta planta que cresce na creche, em nosso próprio jardim e em outros jardins.
Fonte: http://www.smgrowers.com/products/plants/plantdisplay.asp?plant_id=3392
SEDUM NUSSBAUMERIANUM 
As folhas de Sedum nussbaumerianum são grossas, aguda, e verde-amarelo. Os cymes aparecer como umbelas, e as flores brancas são em longas, pedicelos delgados. As duas espécies mais semelhantes são S. adolphii e S. lucidum. Sedum adolphii tem mais tempo, as folhas mais amplas destaque carena dorsal e cymes com alongado, eixos primários. Não é conhecido a partir de qualquer localização na natureza e é pouco compreendida. Possivelmente, e S. nussbaumerianum são subespécies de uma única espécie, que devem ser chamados S. adolphii, mas com base na evidência disponível o estatuto destas duas espécies separadas, como é a mesma probabilidade. Sedum lucidum tem brilhantes, folhas verdes, com Cymes alongado, eixos principais, e flores em pedicelos curtos 
Fonte: http://www.crassulaceae.com/botanik/pflanzen/botanzeige_scan_en.asp?gnr=1340&scan=182450-3&cat=5&name=Sedum
Sedum
O termo "Sedum" é tomada a partir da palavra latina "sedo" significa "sentar-se". Isso provavelmente se refere a sua natureza geralmente solo cobrindo e a forma como eles tendem 'para sentar' em rochas, paredes e outros lugares aparentemente não convidativo. Há cerca de 400 espécies diferentes de cultivares e muitos Sedums. Eles variam muito em altura, cor e forma da flor, cor e temporada.
DICAS DE CULTIVO - Eles são cuidados muito fácil tolerar solos pobres e locais secos em pleno sol ou sombra clara.
Fonte: http://www.thesucculentgarden.com.au/sedum.html

"... Nem tudo é dias de sol,
E a chuva, quando falta muito, pede-se
-Por isso tomo a infelicidade com a felicidade
Naturalmente, como quem não estranha
Que haja montanhas e planícies
E quando haja rochedos e erva...
O que é preciso é ser-se natural e calmo
Na felicidade ou na infelicidade,
Sentir como quem olha,
Pensar como quem anda,
E quando se vai morrer, lembrar-se de que o dia morre,
E que o poente é belo e é bela a noite que fica...
Assim é e assim seja..."
(Fernando Pessoa)
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